“Pode tocar-me” – ela disse-me, virando o pescoço para mim. Coloquei
minha mão nos seus seios macios, com leveza. Ela tirou a mão da calça do
meu marido e colocou sob as minhas, mostrando como deveria acariciar
seus seios, com um pouco mais de intensidade e fazendo movimentos
circulares. Ela levantou um pouco a cabeça e vi que olhava dentro dos
olhos do Antonio. Começou a rebolar na minha frente, bem colada ao meu
corpo, enquanto eu tocava-lhe seu seios. Pegou na minha mão direita e
colocou no pau do meu marido.
- Algeme-a na cama! – ela ordenou, com uma voz menos meiga e mais decidida do que quando havia chegado.
Fui algemada por ele, enquanto ela colocava uma venda nos meus olhos.
Ela começou a passar instruções para ele quase em silêncio, para que eu
não soubesse o que se ia passar. Senti várias mãos percorrerem o meu
corpo. Duas mãos eram fortes, mas tocavam de leve. Outra mão era leve, e
tocava com mais intensidade. Sabia quais eram as mãos do meu marido e
quais eram as dela. Possivelmente instruído por ela, ele começou a
aumentar a intensidade. Ouvi-a dizer baixinho: “Toque-a que ela não vai
te morder. Ela está amarrada, está te desejando, e tudo o que você tem a
fazer agora é mostrar-lhe o quanto também a deseja. Faça-a sentir o seu
desejo mais profundo!”
Alguns instantes depois, as mãos pararam. Senti duas pessoas se
aproximarem do meu lado, e meus dois seios foram chupados ao mesmo
tempo. Sentia a barba dele, feita pela manhã de um lado, e a pele lisa
dela do outro. Não sei definir qual era a melhor sensação, mas sei que
as duas eram muito boas. Talvez seja justamente a diferença de sensações
que começou a me deixar ainda mais excitada.
Acompanhantes Florianopolis, SC